Passei por um período de baixa libido um tempo atrás. Não tinha vontade de transar, nem sequer pensava em sexo, quanto mais em foder forte com alguém. É até estranho escrever isso, já que eu era uma mulher bem fã de uma pegada selvagem – isso lá nos anos 2015, 2016. Mas desde 2020 mais ou menos (ah, a pandemia…) não acontecia. Até que chegou o Hallowinner 2024.
A gente já estava nessa cabine há um bom tempo, brincando pelo glory hole com um casal e transando com 2 singles. Eu já estava me dando por satisfeita quando ele entrou: single, boa pinta, bonitão, moreno, corpo todo trabalhado e educado.
— Opa, posso entrar?
— Entra aí.
Já entrou tirando o pau pra fora – e que pau senhoras e senhores, que pau! Duro, grande, grosso, já no ponto pra entrar na buceta. Ele pegou a camisinha, colocou e ainda pediu pra gente checar que ela estava lá. Não é ótimo quando o cara é consciente assim? kkkkk.
Enfim, tudo pronto, eu fiquei de quatro no sofá e ele enfiou o caralho, me fudendo com força. Ele pegava no meu cabelo tão forte, que minha cabeça ia todinha para trás, deixando meu corpo todo dobrado. E metendo a rola sem parar!
Com uma mão ele pegava no meu cabelo e com a outra batia na minha bunda. E eu, que não é sempre que gosto de tapa forte, estava adorando tudo aquilo. me dava muito tesão! Marcio do nosso lado, oferecia o pau para eu chupar e não só olhava essa cena incrível como dava comandos para o single: “isso, vai, mete nessa vadia…
E todo esse clima de safadeza máxima me fazia delirar de tesão. Eu gemia alto, gritava sentindo a pancada do pauzão na minha xoxota. Olhei para o lado e vi o Marcio encostado na parede, com as mãos e pernas abertas e o pau duraço sendo punhetado pelo single.
Por fim, em um ato de puro tesão, encostei a cabeça no sofá deixando a bunda totalmente empinada (coisa de profissional, eu sei, kkkk) pro single meter até as bolas se ele quisesse. Nessa hora eu só ouvi um “ahhhhh….” dos dois machos na cabine, como se essa empinada fosse a gota dágua que faltava pra eles gozarem.
Dito e feito: os dois gozaram. E gozaram gostoso! Começamos a nos recuperar, trocamos nomes e eu espero que ele leia esse conto e entre em contato com a gente, porque queremos mais com ele! Dia seguinte acordo com o corpo todo doendo, como se tivesse levado uma surra (e levei, né? Surra de pica). Olhei no espelho e tinha marcas das mãos dele e do Marcio na minha bunda todinha.
Até pra sentar estava difícil, doía bastante. No fim do dia olhei toda a minha região genital e descobri onde realmente estava doendo: tinha esfolado a minha virilha! Mas nada que uma pomadinha não resolvesse. No fundo, eu estava muito orgulhosa de tudo o que eu senti na noite passada. Um tesão absurdo, que há muito tempo não sentia, achava até que nunca mais ia sentir!
Fica o aprendizado: enquanto há vida, há possibilidades. Eu realmente gosto de um sexo selvagem bem feito e espero curtir sempre que der esse match maravilhoso como deu no Hallowinner.
Beijosssssssssssssssssss
Como leitor do blog a quase 10 anos, lendo o conto percebi uma novidade. Marcio sendo punhetado por um single? Vale um post/podcast inteiro sobre uma mudança dessas depois de tantos anos…. Ficarei no aguardo dos detalhes sobre essa nova postura. Parabéns pela coragem de tornar isso publico.
Tem coisas que simplesmente acontecem. Na hora não achei estranho e deixei rolar. Não tenho nenhum tipo de preconceito e pra mim, tudo tem relação à vontade.
Não sei se acontecerá novamente, mas aprendi a não decidir nada de ante mão. Se pintar novamente e estiver com vontade, pq não?