Minha mulher, a Carol, sempre foi atirada, mas mesmo me dando certo trabalho, a mantinha na “linha”, como diziam antigamente. Mas não era fácil, e quanto mais tempo de casados, ia ficando mais difícil. Tivemos várias conversas, eu perguntava porque flertava com desconhecidos, mesmo comigo ao lado, porque usava vestidos e saias cada vez mais curtos, sem falar nos decotes. “Ah, querido, besteira, estamos sempre juntos, são brincadeiras. Eu nunca faria algo para te magoar. Eu gosto de me exibir, é verdade, sou bonita, daqui a pouco a idade chega e já era, deixa aproveitar enquanto posso!”.
A contragosto, aceitava aquilo. Sua promessa: “sem segredos entre nós”.
Na noite de nosso aniversário de casamento saímos para comemorar. Fomos até uma boate para dançarmos e bebermos um bom vinho. Quando ela apareceu, pronta para sair, quase cai sentado. Vestia um vestido justo demais, que me fazia imaginar não apenas como o teria colocado mas também porque não rasgava quando ela sorria. Curto demais, exibindo as coxas, e quase a calcinha. E decotado demais, cavado nas laterais, suas tetas quase saiam de lado!
Fiquei olhando para ela, e Carol, toda feliz com meu olhar de espanto, me abraçou e beijou. “Hoje vai ser um super aniversário de casamento, e no final da noite você vai ter uma surpresa maravilhosa”.
Com isso, não tive outro jeito a não ser comentar “como você está linda”, quando queria mesmo era dizer, “tá louca?”. Mas fiquei cismado pensando que “big surprise” que ela teria para mim.
Quando entramos na boate, muita gente olhou para nós, ou melhor, para ela. Aos trinta e quatro anos de idade, era um mulherão. Tudo em cima. Seios grandes e empinados como se tivesses silicone (não tinham), cintura fina e quadris largos, belas pernas e um bundão volumoso. Tudo nela era tesão. Com aquela roupa então… “Quem mandou casar com a Carol?”, pensei comigo, “agora aguenta!”. Dei risada, tanto que olhavam para ela.
Sentamos numa mesa num cantinho discreto (ao menos isso), e pedimos o vinho, mais algum aperitivo. Ela ficou comentando que a música isso ou aquilo, que a roupa daquela perua ali do lado era sei lá do que, que o rapazinho novo com os pais (deviam ser os pais dele, bem velhinhos) era um tesão e assim por diante. Para me vingar, comentei de uma loira deliciosa que estava perto da entrada da boate. “Ah, mas o cara que está com ela é um velho, deve ter grana, parece prostituta”, Carol respondeu. Não perdia nada!
Começamos a namorar como antigamente, trocamos beijinhos, ela bebeu vinho de minha boca e eu da dela, de vez em quando eu passava a mão em suas coxas. Estávamos sentados frente e frente numa mesa pequena, assim era possível trocarmos carinho. Levantei para ir ao banheiro, e só então, ao voltar percebi como era realmente curto o vestido que usava. Sentada de pernas cruzadas, as coxas tomavam conta deliciosamente de todo ambiente. As mãos, dobradas sobre a mesa, deixavam quase os biquinhos dos seios de fora. Que safada e linda é minha mulher, pensei. Ao sentar, suspirei e lhe disse o quanto a amava, e dei-lhe um beijo gostoso, espalhando minha língua em sua boca. “Nossa, adorei teu estilo, amor! Que chegada! Também te amo, te adoro!”
Então chegam dois caras e senta na mesa ao lado. Pensei comigo, “escolheram essa mesa pela proximidade das coxas de minha mulher”. E ri, percebi pela primeira vez que estava gostando que ela se exibisse e fosse linda. Contei porque o sorriso. Rimos juntos, e ela me deu um beijão. “Oba, então não vai ter mais ciúmes!” ela disse, “Mas não abusa”, respondi.
De repente ela me cutucou e sussurrou baixinho, não sei quem está mais babando comigo, se os dois dessa mesa aí, ou o casal atrás de você. Não olha agora!”
Minutos depois, bem disfarçadamente, virei para trás. Um casal mais jovem que nós, talvez menos de trinta anos, estava ali, a mulher de frente, o marido de costas. “Como é que você sabe que os dois estão babando?”, perguntei baixinho. “É que ela comenta, e ele vira e me olha. Nem estão disfarçando. Mas quem parece que está interessada mesmo é ela”.
Puxa, até mulheres estavam de olho no meu amor. Nunca tinha pensado nisso. Minha preocupação, meus ciúmes, sempre foram por causa de homens. Mas a garota que estava ali atrás, apesar de aparentemente ser magrinha, tinha um rostinho lindo. “Amor, para de olhar que eles sossegam”, pedi. “Ah, bobo, deixa eu curtir um pouco”.
Daqui a pouco, anunciou, “vou ao banheiro”. Levantou-se e foi na direção da toalete. Acompanhei sua caminhada; ela exagerou rebolando, empinando a bunda ao andar. Eu sorri. “Minha safadinha”. Mas o sorriso sumiu quando a jovem do casal próximo, também se levantou e foi na direção do banheiro. Vi então que apesar de magra, tinha uma cintura fina e um quadril interessante, bem como uma bundinha que parecia ser bem gostosa apesar de bem menos volumosa que a da Carol. E fui ficando ansioso, pois minha mulher estava demorando muito lá dentro, bem como a moça.
Finalmente, minha Carol surgiu e voltou para a mesa. Percebi que ela deu uma olhada para o rapaz que esperava pela garota, ele retribuiu o olhar. Olhei para ela com cara de quem pergunta alguma coisa, mas não falei nada. Ela riu, pediu para primeiro encher as taças de vinho para um brinde. Fiz isso, ela brindou e bebeu um gole. Não aguentei, “o que rolou lá no banheiro?”
“Querido, você não vai acreditar. Estou orgulhosa de você e também com ciúmes, seu safadinho”.
Fiquei esperando. Depois da pausa teatral, ela explicou.
“A garota veio falar comigo se a gente não toparia um swing. Eu com o marido dela, e você com ela. Ela me disse que são casados há dois anos, e são liberais, gostam de aventuras. Ah, e ela disse que me achava um tesão, e me queria também. Até enfiou a mão por dentro da alça do vestido e pegou no meu seio, deu uma apertadinha no biquinho. Tomei um susto, puxei a mão dela e vim para cá”.
Fiquei de boca aberta. Virei o restante da garrafa de vinho, e olhei o casal. Então fitei Carol, ainda sem saber o que falar. “Viu, amor”, continuou ela, “você também atrai as mulheres. Essa safadinha quer dar para você”.
“E te comer também, né mesmo?”, respondi.
“Amor, pensa bem, foi a coisa mais louca e elogiosa que tivemos. Digna de nosso aniversário. Não pensa no ciúmes, estamos juntos e rindo. Esta foi inédita, inesquecível”. E inclinou-se para a frente e me beijou. Eu a beijei de volta e ri com ela. “Tem razão. Coisa maluca e engraçada. Como tem casais que fazem isso numa boa?”
“Sei lá, a verdade é que eu tenho um baita ciúme de você. Sinceramente, até experimentaria transar com ela se você deixasse, mas não aquentaria assistir você comendo ela. Pela primeira vez te entendo, querido. E acabo de descobrir que sou ciumenta”.
Nos beijamos novamente; eu estava feliz, tranquilo, não apenas pelo vinho, mas por descobrir que Carol também tinha ciúmes de mim. “Vamos fazer uma brincadeira?” disse eu de repente. “Provoca mais eles, daqui a pouco volta ao banheiro, e diz que ainda está discutindo o assunto com teu marido, que nunca fizemos isso mas gostamos da ideia. Vamos tirar uma da cara deles”.
“Adorei a ideia!”. Daqui a pouco eu levanto, com certeza ela virá atrás. Vou dizer isso e ver como ela reage.
Pouco depois, Carol levantou e foi novamente até o banheiro. Mais uma vez a garota levantou e foi atrás. Desta vez demoraram ainda mais tempo. Fiquei pensando no que estava acontecendo lá dentro, meio arrependido da ideia.
Finalmente Carol surgiu de volta. E começou a rir. “Conta”, pedi.
“Então, entrei e disse o que você falou, aí ela disse que legal, era maravilhoso termos confiança em nossos homens, disse que eu iria adorar transar com o marido dela, que já tinham camisinhas no bolso. Aí eu perguntei como ela faria com você. Ela respondeu que ia te chupar inteiro, e te dar a bunda.
“Caralho, que doidos”, comentei. “E você passou por ele provocando, foi muito legal.”
“Ah, deixa eu te contar mais. Ela meteu novamente a mão no meu vestido e pegou no meu peito. Ficou falando e me acariciando o biquinho, e eu não podia tirar a mão dela, ou a Bete ia perceber que a gente só estava de sacanagem. Imagine, nunca uma mulher me tocou”.
Fiquei imaginando as duas no banheiro, a tal Bete acariciando o seio de minha mulher. Fiquei com tesão. Mas é claro que não podia dizer isso. Então comentei, “você poderei ter deixado um pouco, mas logo tirado a mão dela, dizendo que ainda ia pensar”. “Então você não está bravo comigo, amor”, perguntou ela. “Não”, respondi. “Eu te prometi ser sincera, então vou te contar, ela me pegou desprevenida de novo, ficou me acariciando o seio e falando aquilo tudo, de repente puxou a alça de lado, e deu um beijo no meu biquinho”! Aí não aquentei, eu a empurrei e disse, calma, e sai”.
Surpreso, peguei no queixo de minha mulher, a puxei para mim, e a beijei. “Eu que te botei nessa situação. Esquece. Vamos parar com a brincadeira e pronto”.
Mudamos de assunto, quase esquecemos do casal. De repente, a moça vem até a nossa mesa e pede para minha mulher ir com ela até o banheiro. Carol me olhou, deu um sorriso e lá foram as duas. E demoraram uma eternidade. Fiquei imaginando a tal Bete chupando os peitos de minha mulher, e comecei a ficar de pau duro! Loucura, eu sempre fui careta, e estava começando a pensar em topar o tal swing. A moça era uma gracinha, será que ela daria a bunda mesmo? E eu, aguentaria ver minha mulher sendo comida pelo cara?”
Então elas voltaram. Carol estava séria desta vez, olhou para mim e eu lhe disse, “pode contar tudo, seja o que for, sem problemas”.
“Ela veio falar comigo que entendia que nós estávamos hesitantes, que era muito para a cabeça de repente receber um convite desses que estavam fazendo, mas que isso tinha ajudado no casamento deles, que nunca havia desconfiança pois faziam as farras sempre juntos, e era muito legal. Aí ela me perguntou se eu imaginava a sensação de chupar um peito de outra mulher. “Claro que não”, respondi. Então ela desceu o zíper do vestido nas costas, e o deixou cair, estava nuazinha, nem calcinha usava. Então ela me puxou para a tetinha dela, pediu que eu pelo menos experimentasse”.
Carol fez uma pausa, sem jeito. Peguei sua mão, respirei fundo e engoli em seco: “tudo bem, temos toda confiança um no outro, continua”.
“Eu botei o bico dela na boca, e comecei a chupar, me senti como se tivesse mamando. Mas era tão macio, o biquinho durinho! Gostei, amor! Ela então disse, agora é minha vez, e desceu a alça de meu vestido. Começou mamando nos meus peitos, mas de repente enfiou a mão entre minhas coxas! Pedi para parar, mas ela ainda me acariciou mais um pouco. Eu fiquei com tesão, amor, fiquei molhadinha. Nunca imaginei isso. E ela é linda, um corpo pequeno mas muito bonito”.
Fiquei olhando para Carol, de boca aberta. Queria fugir dessa situação que eu mesmo criara quando disse para ela provocar a menina, mas agora Carol estava com tesão, e eu de pau duro. Nossa, queria assistir ela e a Bete transando. Mas não queria que o marido dela comesse minha mulher. E nem queria comer a garota, afinal, era dia de nosso aniversário de casamento!”.
Carol me viu pensativo, e então criou coragem e contou o final da história. Tinha mais! Bete, depois que acariciara a buceta de minha mulher, a fez ajoelhar. Aí pegou a cabeça de Carol e a colocou sobre a sua buceta. Falou para dar uma lambida para ver como era, e a Carol lambeu. Depois a Bete a levantou e disse que era a vez dela, se agachou e meteu a língua na buceta de minha mulher. “Confesso, querido, se ela não parasse, eu não teria saído dali. Me deu tanto tesão, desculpe, foi tudo errado!” Carol ficou ali segurando minha mão e se desculpando, com uma expressão arrependida.
Aquilo foi demais para mim. Meu pau ficou tão duro que começou a doer na calça, tive de enfiar a mão e ajeitá-lo melhor. Pela primeira vez na vida pensei em fazer uma loucura.
“Então você gostou, amor? Se gostou tudo bem, podemos ir com eles, mas só para você transar com ela, eu e o marido dela não faremos nada, só vamos assistir. Você quer? Eu topo. E te amo muito”.
Carol deu um suspiro, aliviada. Então chamamos o casal para nossa mesa. Ela chamava-se Bete e ele era o Horácio. A conversa foi tranquila, eles eram pessoas surpreendentemente educadas, muito longe da imagem que eu tinha de quem fazia essas coisas. A Bete jogava o maior charme em cima de mim, e confesso que fui ficando cada vez mais tesudo. Mas demos nossas condições. Só as duas iriam transar. Toparam, pagamos as contas, e fomos para o apartamento deles.
Que coisa maluca, como um casal acabava fazendo isso? Ah, claro, estamos sendo seduzidos e cedendo. Fomos direto para o quarto do casal. As duas tiraram as roupas e deitaram na cama.
Lindas, vê-las nuas e abraçadas me deixou louco. Horácio ficou de um lado da cama olhando, de repente tirou o pau para fora e começou a se masturbar. Eu fiz imediatamente o mesmo. Não acreditava no que via. Elas se lambiam inteirinhas, chupavam as tetas uma da outra, lambiam as xotas, fizeram um 69. De repente, a Bete levantou, foi até o armário e voltou com um vibrador. Aí minha mulher foi ao delírio. Minha querida ficou ofegante, e gritava de prazer.
Finalmente Bete parou. Olhou para o meu pau, e perguntou, “você tem certeza que não quer me comer?”
Gelei. Estava doido de tesão, louco para meter o meu caralho naquela boca, naquela buceta, naquela bunda. Olhei para minha mulher. Ela sorriu, esticou o braço e segurou no pau do Horácio. Puxou ele para si, colocou o caralho na boca e começou um boquete. Fui então para cima da Bete. Também chupei, lambi, enfiei a mão na xota, e olhando de lado vi minha mulher de quatro, o cara a pegando pela cintura e socando. Eu estava enlouquecido, ciúme, tesão, tudo junto. Ah, ela prometeu, então virei a Bete de bruços, e meti meu pau no cuzinho da garota. Ela gemeu, não me importei e meti o pau inteiro de uma vez, com um puta tesão; ela gemeu ainda mais alto, e comecei a socar seu cuzinho. A bundinha dela era macia, deliciosa! Levantei a garota e a botei de quatro, para poder enfiar ainda mais fundo. Ela gemia alto, mas também rebolava. Gostava de dar o cu, com certeza. Ouvi então minha mulher gemendo mais forte. E o Horácio estava fazendo o mesmo, tirara o pau da buceta e estava comendo a bunda da Carol. Aquele bundão delicioso, ele devia estar nas nuvens, pensei comigo, mas eu também estou, e gozei no rabo da Bete.
Saímos de lá ao amanhecer. Carol deitada no meu ombro, eu dirigindo. Quando chegamos em casa, tomamos um banho juntos, e deitamos abraçados com tanto carinho como nunca antes. Que loucura, aquela orgia tinha nos deixado mais próximos! Eu achava que era impossível curtir ver alguém comer a mulher que a gente ama. E eles, quando se despediram, estavam sorridentes como namorados.
Já fechando os olhos, quase dormindo, lembrei. “Amor, qual a surpresa que você tinha dito que ia me oferecer antes do final da noite?”
“Foram eles”, respondeu Carol com a carinha mais inocente do mundo. “Combinamos tudo há uma semana”.
Autor: Beto
Conto erótico vencedor do II Concurso de Contos Marina e Marcio.
Muito bom conto,nota 10
Exelente
Melhor festa !
Sensacional, que delicia de conto. Parabéns ao casal… falando neles, alguém tem notícia deles? Estão juntos? felizes? tiveram mais experiências
Oi Novato, infelizmente não sei dizer. Como o anonimato é uma das coisas permitidas no swing, é difícil acompanhar a trajetória de quem faz parte dele, principalmente quando a pessoa usa um nick em cada lugar – fora o nome real na vida PB…
Esse conto já li ele em algum outro lugar, fiquei na duvida se é realmente do autor
Esse conto foi o vencedor do I Concurso de Contos do Blog Marina e Marcio, em 2017, e foi publicado aqui na ocasião. Republicado hoje para resgatar alguns posts que ficaram perdidos por aqui ao longo dos 9 anos de blog. Ele pode ter sido publicado em outros lugares também, é bem possível.
Que surpresa maravilhosa ! Quwria que minha wsposa fizesse o mesmo comigo!
É O SONHO DE MUITOS HOMENS!
Adoraria ter uma experiência dessas…que tesão.
Uau. Vou fazer 4 anos de casada e adoraria uma experiência dessas. Mas estou grávida de 3 meses e tenho receio RS
Muito bom esse conto, fiquei exitado, parabéns mereceu ganhar….
Esse conto é muito bom. Tesão mesmo. Muito bem escrito. Prêmio merecido.