Troca de Casais Dentro do Cinema
E depois de tirar nosso período de férias, voltamos à ativa. Confessso que já estava com saudades, tanto que quando Marcio perguntou onde eu queria ir, dei três opções pra ele: ônibus, cinema ou ringue. E talvez você, caro leitor, não esteja entendendo nada desse começo e pensando que fiquei maluca (kkkkkk) mas… calma: ta tudo bem!
Estou falando da Inner Club (se você ainda não conhece, é bom ir), a maior casa de swing do Brasil. Dentro dela tem uma área enorme pra interação sexual – nós chamamos de “reservado“. E o reservado da Inner é tão grande que tem cinema, octógono e um ônibus em tamanho real.
O que esses lugares tem em comum
Os três são espaços coletivos, onde a gente pode transar no meio de outras pessoas. Tem quem chegue perto pra transar com a gente, tem que encoste na parede pra ficar só olhando, tem que passe de um lado pro outro procurando o que fazer.
PARÊNTESES: você já deve imaginar mas como nosso portal é um dos principais veículos de comunicação para iniciantes no swing, é bom avisar. Existem vários tipos de espaços, não só esses coletivos. A maioria, inclusive, é composta de cabines privativas onde ninguém vai encher o seu saco e do seu parceiro.
E nesse dia, eu tava querendo uma muvuca mesmo, por isso, queria transar ou no cinema, ou no ônibus ou no ringue.
Pois bem! Fomos primeiro ao busão. Eu estava com um vestido preto, curto e decotado, sem calcinha. Subimos as escadas e havia só um casal lá dentro, parado – ou iam começar alguma coisa entre eles ou estavam terminando de se vestir. Subiram mais dois casais que não me atraíram então resolvemos descer.
Olhamos para o octógono – o famoso ringue – que fica logo na saída do ônibus, e estava vazio. Caminhamos para o cinema, que fica quase na saída do reservado e também estava vazio. Resolvemos ficar ali mesmo, porque fazia anos que a gente não transava no cinema da Inner!
Começam os trabalhos
Nem precisei tirar a roupa já colaram dois singles na última fileira, onde eu e Marcio estávamos. Beijei meu marido na boca, ele abriu o ziper da calça e botou o pau pra fora. Já estava duro (safado!).
Um dos singles ali perto perguntou se podia me comer, eu disse pra ele colocar uma camisinha. Acho que ele entendeu que isso era um “sim”, né? Eu, em pé, apoiei os braços no corpo do Marcio e dei uma curvadinha na lombar pra empinar a bunda. O single, atrás de mim, segurou na minha cintura e botou o caralho encapado pra dentro da minha buceta.
Foi socando gostoso, o outro single me deu a rola pra bater uma pra ele e o Marcio pedindo pra eu chupar o cacete duro dele. Tava ali, dando conta de três ao mesmo tempo! Quando olhei em volta, tava cheio de gente em volta olhando. A galera parou, na frente do telão, olhando o filme ao vivo que estava rolando ali com a gente.
Nessa hora, o cara que tava me comendo parou, recolheu o pau e vazou. Será que ele gozou? Será que ele é tímido? Jamais saberemos… (kkkkkkkk) Mas o jogo seguiu, e na sequência apareceu um casal – uma loira gostosérrima, peituda, cinturinha, com marquinha de biquíni… mmmmm…
Troca de casais
Ela muito simpática, foi entrando no meio da muvuca e quando eu vi, já tava pegando no pau do marido dela – que era enorme, diga-se de passagem. E ela, já estava de quatro esperando o caralho do Marcio entrar com tudo.
Gente… que troca gostosa! Ali no meio de todo mundo, gemidos de sexo, o marido tinha uma pegada boa, viu? Meteu forte na minha xoxota, me fez gemer alto, um tesão da porra!
Terminamos essa troca e ficamos uns minutinhos conversando com ela, trocando contatos para um reencontro futuro.
A esperança é a última…
Enquanto isso, o single lá do começo que eu tava punhetando ainda estava lá, esperando a vez dele. Ele participou de coadjuvante de tudo: ora eu punhetava, ora dava uma mamada… mas nada de meter.
Isso porque, depois do breve bate papo, Marcio me olhou nos olhos e pediu que eu virasse de quatro pra ele me fuder, porque estava morrendo de tesão com tudo o que tinha acontecido e não tinha gozado ainda.
Acontece que comecei a sentir muita dor pélvica – que não estava sentindo durante a trepada – e achamos melhor voltar pra casa.
Ainda era cedo, queria ter transado mais. A dor foi passando quando deitei na cama. Marcio não teve jeito: teve que esperar o dia seguinte chegar pra gente transar.
Melhor do que o single esperançoso que punhetou, punhetou… e nada. Quem sabe numa próxima vez, né?
Beijossssssssssssss
Espero que esteja melhor Marina, embora minha vida tenha dado uma grande reviravolta, vez em quando entro aqui para sonhar um pouco com vocês, frequentei a INNER durante algum tempo com a minha ex esposa e nosso sonho era conhecer vocês, mas infelizmente naquela época vocês frequentavam outra casa. Enfim, perdi as contas das homenagens que prestei a vocês. Torço para que vocês permaneçam sempre unidos e viris.
Eu e minha esposa fomos no enigma fds passado e estamos afim de ir na inner. Estamos abertos a fazer amizade com casais. Preferencia zona sul de sp.
Que historia gostosa.
Parabéns,