Surpresa no Glory Hole
Esse post é pra você que ainda acha que uma casa de swing precisa estar cheiona pra valer a pena!
Sexta-feira comum, frio em São Paulo, nenhuma festa especial… lá vai a gente pra Inner Club. Eu até optei por um vestido simples, nada demais, sem decotes profundos, transparências, meio larguinho no corpo.
Não foi porque não queria transar, mas porque tem dias que a gente não ta afim mesmo de bancar a “sex symbol” – só quer curtir de boa.
Chegamos meia noite, a casa não estava cheia, havia uns 2 ou 3 casais dançando na pista – e alguns outros nas mesas olhando e batendo papo com os amigos.
Como de costume, fomos para nossa mesinha no mezanino, tomamos nosso whiskinho, vimos o show da maravilhosa da Rossane Bom (a melhor stripper do swing, na nossa humilde opinião) e fomos para as cabines.
Entramos na primeira cabine de glory hole que encontramos livre e já tinha um single esperando do outro lado. Não dava pra ver rosto, corpo… só os braços e o pau eu já estavam posicionados nos buracos. A diferença é que, ao contrário da maioria dos singles-ratos-de-glory-hole, este se comunicava muito bem.
Sem tirar o vestido, me aproximei da lona do glory hole e deixei que ele sentisse meus biquinhos do peito com a mão. Tirei a roupa e ele disse:
— Coloca o peito aqui no buraco pra eu chupar
Acho que ninguém me pediu isso no glory hole, nunquinha. Gostei da atitude e botei o tetão lá pra ele mamar o tanto que quisesse. E vou te contar: delicado, suave, curtindo o momento sem desespero. Aí, eu – que também nunca fiz isso num glory hole – falei pra ele roçar o cacete nas minhas coxas. E sabem o que ele fez?
— Deixa eu botar um lubzinho pra deslizar melhor.
Sacou um lubrificante não sei da onde, tacou na rola e a gente ficou se pegando assim, pelas coxas – primeiro de frente, depois de costas. “Esse aí não é um solteiro comum” pensei comigo, gostando da brincadeira.
Aí o pau dele foi ficando duro, duro… pedi pra ele botar a camisinha pra fuder minha bucetinha – que já estava trincando de vontade de sentir aquela rola lá dentro. Ele encapou, botou mais um pouquinho de lubrificante e enfiou tudinho dentro de mim. Eu de costas, apoiando no Marcio – que estava ali acompanhando tudo de perto – e o single mandando ver.
E que tesão que foi isso! Ele começou meio tímido, a gente foi encaixando pau e buceta, mas quando pegou o jeito… uau! Era cada socada gostosa, sabe? Forte, mas sem machucar? E ele dizia:
— Que delícia… que gostosa…
E eu dizia de volta:
— Que tesão… que delícia de pau…
Aí ele falou:
— Escolhe onde você quer que eu esporre em você, porque você merece, é muito gostosa!
— Joga a porra na minha bunda — respondi. Mas não sei se ele não entendeu ou se não deu tempo mesmo, só ouvi o gemido da gozada, dentro, com camisinha. E na hora de tirar de dentro, ele ainda comentou:
— Vamos tirar com calma, deixa eu pegar certinho aqui na camisinha pra não se perder… isso… pronto.
CA-RA-LHO! Eu nunca tinha trepado com um single tão consciente assim no glory hole. Sentei no pufe, olhei pelo buraco do outro lado e disse que estava impressionada e queria saber o nome dele. Ele veio pertinho, sorriu, nos beijamos na boca e eu descobri que é um single que a gente já conhece há bastante tempo – mas nunca tínhamos transado.
Lembra a primeira frase do post? Pois é. Essa foi uma das noites mais bem aproveitadas que já vivemos. Casas cheias não são garantias de boas fodas. Nem as vazias (não vão sair por aí dizendo que eu falei que o melhor é uma casa vazia, hein!).
“Não é sobre quantidade, é sobre qualidade.” Nunca um ditado fez tanto sentido quanto nesse caso!
Beijosssssssssss
Nem sempre a qualidade está na quantidade.
Sexo inesperado assim são os melhores, agora deixa eu ir que a lady está tomando banho com a porta aberta!