Swing em Perfeita Sintonia

“Você é a Marina?” me perguntou uma loira bonita, bem arrumada, bem maquiada e bem acompanhada. Dessa frase começou uma boa conversa, risadas descontraídas e aquela afinidade instantânea! Passamos a noite juntos, hora conversando, hora se beijando, até que o tesão chegou naquele ponto que não tem mais volta – o negócio é perguntar:

— Vamos procurar uma salinha?

— Vamos!

Nem perguntei se eles trocavam de casal (esqueci!!!), estava muito afim de ficar com aquela loirinha. Assim que encontramos um lugar mais reservado eu tirei a roupa e fui pra cima dela. Eu a beijava com muita vontade, ela era cheirosa, gostosa e tinha pegada. Dava pra sentir o quanto ela também me desejava pelo jeito que ela retribuía o meu beijo. Pedi pra ela deitar na cama, então, delicadamente levantei o vestido branco que ela usava e tirei a calcinha preta que estava por baixo. A bucetinha dela deu água na boca e não resisti: quando me dei conta já estava chupando aquela delícia… hummmmmm…!

Algumas pessoas passavam pela sala e paravam pra ver a nossa transa, como o Marcio e o marido dela olhavam pacientemente a nossa pegada. Ela chamou o marido e começou a chupar a rola dele, bem pertinho de mim, pra me provocar mesmo. Ele já estava com uma camisinha na mão, encapou o pau e ela ofereceu pra mim – queria que eu chupasse o marido dela. Engoli na hora aquele caralho e senti o quanto era gostoso. Agora sim, eu estava mais molhada ainda, louca pra dar!

conto erótico de casal, swing, troca de casais
Acervo Marina&Marcio

Fiquei de quatro, empinei o bumbum e fiquei esperando a socada por trás. “Isso, assim, soca gostoso…” era o que eu dizia entre gemidos de prazer. Olhei para o lado e o Marcio também metia na loirinha de quatro. Eu de frente pra ela ouvia os gemidos que ela dava levando socada do meu marido; vez ou outra ela e o marido se beijavam sem parar a transa; vez ou outra eu e o Marcio nos beijávamos enquanto transávamos com eles. Sintonia perfeita!! Estava tão perfeito que pensei comigo “vou dar o cu pra esse gostoso”,  mas logo em seguida a loirinha disse:

— Amor, ele (o Marcio) pode comer meu cu?

Puta que pariu, que afinidade é essa? As duas pensando a mesma coisa ao mesmo tempo? Pra ficar melhor a gente fez na mesma posição – eu e ela deitadas de ladinho, uma de frente pra outra; os meninos deitados por trás da gente enfiando a rola no nosso cuzinho bem devagar, pra não machucar. Era gemido atrás de gemido, devagarinho eu sentia o cacete entrando cada vez mais fundo dentro de mim. Ele entrava e saía, entrava e saía; o Marcio também comia o cuzinho dela ao mesmo tempo, top demais. Eu mudei de posição, fiquei de quatro com a raba empinada pra levar socada. O marido entendeu o que eu queria e atendeu meu pedido: socada atrás de socada no meu cuzinho! Abaixei o corpo até encostar o rosto na cama, deixando a bunda mais empinada ainda. Ele literalmente montou em mim e continuava a fuder meu cu, forte, duro, incrivelmente perfeito. Ele me cansou, acreditam? Pedi pra descansar sem gozar, nem eu, nem ele, nem o Marcio, nem a loirinha. Isso é algo raro, minha gente, um casal que sabe o que quer e sabe que pode!

Foi uma troca maravilhosa, daquelas que a gente não esperava, daquelas que a gente não vai esquecer tão cedo. Mais do que isso, temos certeza que começou aí mais uma amizade bacana. A afinidade de pensamento, de tesão, de pegada, de tudo entre a gente foi tão intensa que dificilmente vai ficar só nesse episódio. Mesmo porque, com o cansaço da noite ficamos devendo um segundo round. Podem cobrar, tá? A gente paga com o maior prazer!

Beijossssssssss

Inscrever-se
Notificar de

1 Comentário
mais recentes
mais antigos
Feedbacks embutidos
Ver todos os comentários
cris
8 anos atrás

Lindos…vcs sao de mais… e vou cobrar sim…rsrsrs… queremos bis…