Coluna Marina

Não Sou uma Máquina

Eu estou aqui, pensando numa forma de começar a escrever sobre o fim de semana que seja interessante e atrativo, que desperte a sua curiosidade e que te faça ler o post até o final. Mas tudo o que eu penso já foi escrito uma, duas, muitas vezes e aí eu entro numa crise de criatividade (socorro!). E daí? Falar que a noite de sábado foi muito boa pra gente não é mais novidade, quase sempre eu e o Marcio temos noites ótimas; falar que foi muito bom rever os amigos também já virou clichê e eu fujo deles. Contar em detalhes como rolou o sexo é um conto erótico, mas este só vai ao ar amanhã. E agora?

Não, não acho que a gente tenha sempre que ter novidades, afinal, mesmo no meio liberal algumas coisas viram rotina porque são muito gostosas e a gente quer repetir! Mas um amigo me perguntou se eu estava cansada, e eu disse que sim. “Dá pra sentir nos seus posts que você está cansada, Ma…”. Uau… está tão transparente assim? rsrsrsrs. E hoje, mesmo depois de um fim de semana show de bola, eu sento pra escrever e não consigo imaginar uma maneira que me agrade de começar um post, um simples post. E olha, só estamos em março!

Há um tempo atrás alguém me perguntou se um dia a gente ia parar de fazer swing. Eu disse que enquanto a gente estivesse curtindo nós continuaríamos. Mas sabe, ultimamente tem tanta gente querendo “mandar” no que a gente escreve o deixa de escrever que estou ficando cansada mesmo. Isso é chato e anda virando rotina porque o pessoal cresce os olhos no nosso trabalho. Acontece que o nosso trabalho sempre foi baseado no que a gente vive, no que a gente experimenta, no que a gente sente; não naquilo que ouvimos dizer ou que mandaram a gente contar.

Então quando a gente recomenda alguma coisa pra vocês, leitores, é porque a gente experimentou e gostou, entendem? Complicado ficar indicando coisas de pessoas que tentaram passar a gente pra trás, ou que procuram pêlo em ovo pra arrumar briga, ou que só querem se dar bem às custas do trabalho dos outros. Tudo isso cansa… e este fim de semana a gente quebrou um jejum de mais de um mês sem troca de casais (confesso, vai…)! Agradeço muito aos casais que participaram com a gente nas festinhas – amanhã vocês estarão no conto erótico da semana, ta? – porque deram forças pra gente continuar, apesar das chatices que a gente enfrente por causa do sucesso do blog.

Esse fim de semana me ajudou a ver que o blog precisa de mudanças, que eu não preciso me “adequar” ao que os outros querem que eu seja e que no fim das contas, eu tenho mesmo é que escrever aquilo que estou sentindo, mesmo que seja só um desabafo como o de hoje. Mesmo porque, queridos, eu não sou uma máquina; sou uma pessoa exatamente como você, que tem altos e baixos, que sofre e chora, que ri e se diverte. Mas ainda é gratificante saber que quase todos os casais do meio já passaram por aqui. Sábado, 90% dos casais na balada era “culpa” nossa. Sério, gente, todos os casais que abordamos para conhecer eram leitores do blog! Muito obrigada pelo carinho de vocês, e é justamente por isso que a gente vai mudar algumas coisas por aqui. E se tiverem sugestões, já sabem, a gente ouve todas. Mas antes, eu realmente preciso descansar. Ainda bem que tem um feriado por aí, né? (aleluia!!). Amanhã tem aventura erótica pra vocês, depois eu volto a escrever só na semana que vem. Se cuidem, amores!

Beijosssssss

7 comentários sobre “Não Sou uma Máquina

  • Simplesmente passando pra dizer que somos seus fieis leitores, suas dicas ajudam muito e continue escrevendo porque entramos no swing bem antes de conhece-los, mas com certeza seus posts nos fizeram descobrir detalhes bem gostosos desse meio, e é claro ao vivo vocês cativam mais ainda, aliás estamos com muita saudade, bjos.

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  • Marina,
    Não muda nada não!
    Seu blog é ótimo!
    É disparado o melhor sobre esse tema!
    Aliás, o melhor em erotismo , sensualidade e realidade em temas adultos.
    Se quiser mesmo mudar, muda só um pouquinho…rs…
    Beijos!
    Casal PS

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  • Lindaaaa!!!

    Seu blog é um sucesso sempre …e sentir-se assim é super normal …..

    Acredito que muitos aprendem com vcs…isso q importa…sejam vcs sempre !!!!

    Bjus !!!!

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  • Marina,

    Esses altos e baixos de energia acontecem com todo mundo, e não é nem questão disso, é muito o que os outros especulam eu acredito que o importante é a gente estar bem com a gente! Frequentamos swing há 3 anos fizemos amigos no meio e vez ou outra tem gente que chega e diz “nossa vocês não estão na pegada” mas não é assim, somos humanos e temos direito a ter nossas oscilações, passamos as vezes 2, 3 meses sem trocas, assim como tem mês que todo fim de semana estamos bandidos trocando com até 2, 3 casais numa noite e assim é o swing como tudo na vida né…

    Bom, Ma vocês que conhecem mais o circuito fora de São Paulo, nós só conhecemos aqui e fomos em festa fechada em Curitiba, dá uma boa dica de casa no Rio de Janeiro, não fazemos a mínima ideia, precisamos de uma luz, estaremos lá esse feriado, casal casado, 32 anos.

    Obrigada e um super beijo!

    Lari

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    • Lindinhos, é isso mesmo, viu… altos e baixos… quanto à pergunta de vcs, não se empolguem muito com as casas do Rio, nada de super. Mas sempre vale a pena conhecer a 2a2 e a Vogue (no sábado). Beijossssss

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  • Oi Marina e Márcio, vim agradecer a atenção que nos deram no sábado, vcs foram super atenciosos e simpaticos, fazendo inclusive com que mudássemos de ideia e voltassemos pro Hot Bar pra curtir uma noite deliciosa, numa casa bem bacana, com pessoas bonitas e o melhor é saber que vcs estarão por la de anfitriões pra dar todo um charme e glamour nessas noites deliciosas em.busca de prazer e diversão… Beijos pra vcs, descanse esse feriado pra voltar cada vez mais linda e melhor e espero que na próxima vez possamos, qurm sabe, curtir juntos a noite!! Beijos

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  • “Há uma força motriz mais poderosa que o vapor, a eletricidade e a energia atômica: a vontade.”
    ― Albert Einstein

    Talvez essa afirmativa explique um pouco do seu cansaço. Se a vontade é a maior de todas as energias, você tem tentado domar essa força, enquadrá-la, dirigi-la, quem sabe seu cansaço não advenha da impossibilidade de domar o selvagem, domesticar o que não é racional.
    Deixe correr solto: “Da rienda suelta a lo que sientes, si no lo haces mala suerte.” (Deixe livre seus sentimentos, caso contrário você quem irá sofrer).
    Essa fluidez te cansará menos, e tenho plena certeza, irá nos instigar ainda mais.

    bjbj

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