Chupada no Mezanino
Me impressiona o fato de ainda poder me surpreender nessa vida liberal! Conforme o tempo vai passando, as vezes tenho a sensação de que já vi de tudo, já vivi tudo e não tem mais nenhuma novidade. Que bom que, pelo menos no swing, não é assim.
Apesar de todo esse tempo no meio, nós sempre lidamos com pessoas – e elas são sempre surpreendentes!
Estava eu de boa na minha mesinha lá na Inner, o Marcio tinha ido conversar com alguém e passa por mim um casal. Eles param e perguntam se eu ia sempre lá e se eu sabia dizer se a casa encheria mais. Respondi que sim, sempre estou na Inner, mas que não, pelo horário, a casa não encehria mais.
A partir daí começou uma conversa entre a gente, eles eram um casal na faixa dos 30 anos, bonitos, simpáticos. A mulher, uma loira fenomenal de parar o trânsito, foi dizendo que não eram de São Paulo mas que começaram a conhecer as casas de swing paulistas há uns 4 meses. Era a primeira vez deles na Inner. No meio da conversa veio a pergunta:
— Você tá sozinha?
— Não, meu marido está por aí.
— Ah… é que a gente está em busca de solteiras — disse a menina — eu não tenho vontade de ficar com homens. E você é muito linda, posso te beijar?
E aí a gente se beijou. Um beijo gostoso, molhado, as línguas das duas loiras se embaralhando uma na outra… fazia tempo que não beijava gostoso assim!
Daí a gente começou a se pegar ali mesmo. Ela abaixou a blusa e mostrou os seios perfeitos decorados com piercing eu não resisti: meti a boca neles! Chupei e lambi as tetas maravilhosas daquela loira que tinha acabado de conhecer.
Ela, em retribuição, se abaixou, abriu minhas pernas e começou a chupar a minha boceta com aquela boca macia enquanto me olhava com cara de tesão. O marido veio do meu lado e beijou minha boca, tirou meu peito pra fora do vestido e fez um carinho no meu mamilo. E perguntou no meu ouvido “você gosta de sexo forte?”

Se eu gosto? kkkkkkk!
Tendo meu consentimento e sabendo que eu gosto de uma transa pegada, ele segurou minha cabeça pra trás, me beijava na boca e me dava leves tapas no rosto. E a mulher dele se acabando de chupar minha bucetinha… me senti atacada (em um bom sentido!).
Aí nessa hora o Marcio chegou, eu apresentei meus novos amigos pra ele e demos sequência na noite. O casal – que estava a caminho do reservado quando parou pra falar comigo – segui seu caminho. Eu, ainda meio sem entender direito o que tinha acabado de acontecer, fui pegar mais bebida no bar.
Foi uma pena não ir pra cabine com o casal, infelizmente eu não estava num dia bom para transar com ninguém. Mas trocamos contato pra gente se encontrar outras vezes e tenho certeza que vai ser uma delícia!
Lições de hoje:
- Nunca se sabe o que pode acontecer numa noite no swing.
- Não é sobre ter casa cheia ou vazia, mas sobre quem estará lá no mesmo dia que você.
- Tem dias que rola mais sexo no mezanino da Inner do que no reservado. #ficaadica
Quanto mais oportunidades nós damos às pessoas, mais nos surpreendemos com o bem que elas podem fazer (e o mal também).
Beijossssssssss