Contos Eróticos

A Trepada Com o Casal de Brasília

Ela subiu no balcão e levantou o rosto para me olhar. Mas não foi uma olhadinha boba não, foi aquela olhada de quem queria me comer. Eu estava no camarote, vestindo um top brilhante super decotado com uma minissaia preta, e dançava ali em cima observando aquele monte de mulher rebolando no balcão. Mas porque entre todas, foi ela que me chamou a atenção?

Cabelos curtos, vermelhos, pele branquinha… um jeito de menina misturado com diaba… um segundo de troca de olhares foi suficiente para que eu a notasse no meio de todas as outras. O que eu não esperava, era vê-la chegando até nós de mãos dadas com o marido. O gerente da casa nos apresentou: esse casal queria conhecer vocês.

— Eu sabia que era você!!! — ela já foi logo dizendo enquanto nos cumprimentávamos com um beijo no rosto e um sorriso encantador. — Eu te reconheci pelo top brilhante, tinha uma foto dele no blog, no post do navio. E depois eu pensei: loira, camarote, Hot Bar… só pode ser a Marina!

Sim, eles eram realmente fãs. Sabiam de mais coisas do que nós mesmos! E nós, eu e o Marcio, que estávamos bem de boa naquela noite – bem de boa quer dizer que não precisávamos transar com ninguém para ter uma noite interessante – começamos a ficar muito interessados no casal de veio de Brasília. E que por acaso do destino (ou não, né?) já tínhamos achado bem gostosos quando vimos o perfil deles no Wyylde.

E tudo foi tão natural, a conversa foi tão boa, a química entre os quatro foi acontecendo tão rapidamente, que quando percebi já estava beijando a boca do garoto. Que boca… que beijo… que pegada… que safado! Olhei para o Marcio e ele também já estava beijando a menina linda no sofá.

Enquanto o garoto me beijava, pegava nos meus seios sussurrando em meu ouvido “que peito gostoso”. Eu coloquei o pinto dele pra fora da calça, me abaixei e coloquei na boca, chupando, lambendo, engolindo o máximo que conseguia – era grande, pô!

Ele colocou a camisinha, eu virei a bundona pra ele e crau! Apoiada no braço do sofá, senti cada socada do garoto e ia ficando cada vez mais molhadinha de tesão. Até porque, bem na minha frente o Marcio trepava com a menina; eu beijava a boca dela, pegava nas tetas dela, sentia o corpo dela enquanto o boy dela fodia a minha buceta.

O Marcio colocou a menina de quatro, o garoto de virou de frente, e eu me deitei sobre as costas da menina, e nossos corpos se mexiam conforme as bombadas dos maridos. Que delícia de swing envolvente! O Marcio me beijava, o garoto me fodia, eu gemia. Ela gemia. Dei uma olhada bem safada para o garoto, ele me puxou pra cima e disse:

— Você é bem puta, hein!

— Eu sou.

— Gosta de cuspe na cara?

— Nunca fiz… mas acho que depende do momento, do tesão, da pessoa que está comigo…

— Eu gosto de sexo assim, mas esse tipo de coisa é bom perguntar. Não dá pra sair fazendo sem saber se a outra pessoa curte.

Ele me colocou de quatro de novo e enquanto enfiava o caralho na minha xoxota me dava tapa na bunda, na cara, e eu estava amando tudo aquilo!

— Uau, como ele é safado, amiga! — falei para a menina.

— Ele é assim mesmo… uma delícia, né?

— Demais!!

Nessa hora ele puxou meu cabelo, virou meu rosto pra ele e deu uma cusparada. Senti meu rosto ficar molhado. Igual a minha boceta. Molhou na hora!! “É… acho que com esse cara eu gosto…” pensei comigo. (kkkkkk). Porque ele sabia como fazer. Desde o começo tinha uma pegada diferente, o tapa dele não machucava, a cusparada não humilhava. Era tudo consentido, tudo para apimentar o tesão.

O Marcio gozou na boca da menina, que me beijava e dizia:

— Estou com a porra do seu marido na minha boca…

E realmente dava pra sentir o gostinho! Enquanto o Marcio foi se limpar, o garoto sentou no sofá e eu montei na pica dele. Ele tirou a camisa e inclinou meu corpo todo para trás, segurando firme enquanto metia a rola dentro de mim. Puta que pariu, que corpo ele tinha! Tesão demais! Ainda me pegou no colo, me jogou na parede e trepou comigo assim, igual cena de filme erótico. Foi do caralho!!!

Mas não gozei. Nem ele. Nem precisava!!!

4 comentários sobre “A Trepada Com o Casal de Brasília

  • Somos casados a 10 anos e a curiosidade do.mundo liberal começou a surgir, já fomos 2 vezes, porém ainda estamos no esquenta, só no soft swing, teria alguma dica para facilitar a nosso começo?

    Resposta
    • Olá Casal ABC,
      Os points de dogging em SP estão saturados por singlers sem noção…
      São muitos e os locais estão manjado demais colocando em risco o anonimato que tem que ter nessa prática.
      Aqui no Abc tem dois locais que estão bombando sendo que o de Sto. André ja está tbm. com muitos gaviões sem noção que não sabem esperar os casais chamarem e logo ficam em cima do carro dos casais querendo forçar a barra… ai os casais acabam indo embora e ninguém “brinca”
      Já o outro local em São Bernardo ainda está tranquilo e bem seguro pois é um local bem iluminado prox. ao centro da cidade e quem frequenta o local não sabe o que rola (Dogging) dá pra identificar os casais e os singlers .
      A “brincadeira” se inicia parando os carros próximos e aí os sinais vão se percebendo e a coisa toma rumo…
      Frequentei muito a região do ibira e hoje não tem mais a menor condição muitos maloqueiros, motoboys, uber’s, taxista que caíram de paraquedas no dogging por “trabalharem a noite…
      Eu mesmo tinha uma certa resistência em frequentar esse local em SBC pois não acreditava muito nas possibilidades desse local vir a se tornar um point até ir dois finais de semana seguido e ver casais se exibindo para mim dentro do carro onde eu retribui colocando meu pau pra fora para eles…
      Quando lá pelas 03:00 da manhã indo embora passa um casal de coroas bem devagar olhando o movimento.
      eles seguiam na minha frente bem lento pisando no freio, eu então parei e fingi estar mijando.
      Logo retornaram e passaram lentamente olhando meu pau.
      fizemos então o contato visual e logo eu eu estava na janela da sua esposinha com meu pau pra fora na carinha dela assim que o maridão pediu para eu “mostrar”
      Ele disse que tinha lido algo na internet à respeito do dogging e queria que a esposinha brincasse um pouquinho pois era sua primeira vez olhando um pau duro de outro cara e na frente do maridão que incistia para ela olhar…
      Olha amor, e ela se negava…
      ele inscistia só olha amor!!!
      Até que ela olhou e sorriu rsss
      Então agora eu estou certo de que ali vai ficar melhor a cada dia…
      Casais que quiserem mais informações
      “Casais”!!!!

      [email protected]

      Resposta
    • Olá amigos, tudo bem?
      Somos de SBC casados há 13 anos e uns 6 anos nesse mio… Começamos como vcs, bem devagar e acreditamos ser a melhor maneira mesmo.
      Hoje já acumulamos alguma experiência, não saímos sempre, por conta dos compromissos com família principalmente, mas sempre achamos um espaço para bater um bom pão com um casal.
      Se quiserem bater um papo sobre o assunto, podemos marcar uma barzinho e compartilhar nossa experiência com
      Bjs e abraços.
      Juan e Bia
      [email protected]

      Resposta
  • Que delícia de relato.
    Olha, confesso que me daria por satisfeito apenas de olhar vocês em ação, quem diria que um dia diria isto, não tenho o menor tino para voyeur, mas em se tratando de MM acho que valeria a pena.

    Resposta

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *