Fantasias e Desejo

Swing e a Fantasia da Gozada

Um dos últimos episódios que vivemos no swing (conto erótico porra na porta) me fez pensar num assunto pouco explorado pela comunidade liberal em geral. Afinal, se o que importa é a fantasia, vale gozar em qualquer lugar?

Vejam bem, os filmes pornôs são grandes formadores de fantasias – nem todas saudáveis – mas excitam bastante as pessoas que curtem. E aí nós podemos dividir as fantasias em três grupos gerais com diversas possibilidades:

  1. Gozar dentro do corpo: vagina, ânus e boca
  2. Gozar em objetos próximos: porta, chão, toalha, roupa, sapato…
  3. Gozar em cima do corpo do parceiro: bumbum, seios, cabelo, rosto, pernas, cintura…

E aí nós podemos considerar algumas coisas em cada um desses grupos.

Saúde 

Quando o esperma é liberado dentro do corpo do parceiro existem alguns fatores que devem ser muito bem pensados. Qualquer troca de fluidos íntimos pode transmitir doenças e isso é sabido de todos. Acontece que tem muitos filmes pornôs que mostram o cara ejaculando na vagina da mulher, ou na portinha do ânus ou mesmo na boca. E isso tem incentivado as pessoas realizarem essa fantasia sem se dar conta dos riscos implícitos.

Uma vez estava fazendo swing com um casal e na hora de gozar o cara falou no meu ouvido:

— Deixa eu gozar dentro, vai

— Não…

— Ah, deixa, vai, ninguém vai saber, eu tiro a camisinha rapidinho

— Não!

E isso é foda, porque daí pra frente eu fiquei super atenta aos movimentos do rapaz, vai que ele tira a camisinha e eu nem percebo? Meio que fui perdendo a concentração, o tesão… aí falei pra ele:

— Goza aqui, ó! — e ofereci os peitinhos.

Daí ele ficou feliz com a sugestão, eu relaxei e a gente conseguiu chegar ao final da transa sem maiores problemas. Mas fico pensando na quantidade de mulheres que acabam aceitando propostas como essa, ou porque são tímidas demais pra se posicionar ou porque estão com muito tesão pra se preocupar.

Bom senso

Nem tudo o que está por perto pode ser usado na hora de ejacular. É preciso ter bom senso nessas horas pra entender a situação do momento e tomar a melhor decisão. E isso inclui o squirting, ta meninas! Fim de semana passado o Marcio me pegou lá no mezanino da Hot Bar, eu senti que ia ejacular e pedi pra parar. Achei que seria um absurdo deixar o vidro molhado, além de perigoso poderia cair no pessoal que estava lá embaixo na pista. Sem condições!

O mesmo vale para os homens que estão de vouyer: não é legal sair gozando no chão, nas paredes, nas portas… é claro que tem coisas que fogem do controle, então, se não deu pra segurar, pega uma toalhinha de papel (tem espalhado em todo lugar nas casas de swing) e limpa. Isso sim é uma atitude de bom senso!

Combinado

O swing por si só é um acordo entre o casal. Combine antes com quem você for trocar quais as coisas que são “permitidas” na hora do sexo. Pode ser antes da transa, durante a transa… só não vale ser depois da gozada, né, porque aí já foi! kkkkkkkkk.

E vamos swingar, meu povo!

9 comentários sobre “Swing e a Fantasia da Gozada

  • Eu fico muito fora de mim na hora. Entro no clima permito tido e depois me arrependo,
    Eu preciso que alguém tome conta do uso do preservativo por mim.
    Qdo ia sozinha para casa de swing eu corria muito risco, por não ter um parceiro me cuidando.
    Alguns caras mais impulsivos (poucos, que fique claro)se aproveitavam da minha fragilidade.

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  • Eu acredito que filmes exageram, extrapolam ou exploram o lado mais arriscado, isso sim, mas eles apenas replicam desejos, vontades, fetiches que mesmo que não existisse o pornô existiria quem teria esse tesão.

    Falo isso por experiência própria, fui ter acesso a filmes pornô pra lá dos 18 anos, revistas no máximo tinha visto playboy até meus 18. Masturbação era com revistas tipo hermes, que tinha a sessão de lingeries e era o que tinha. Para não dizer que não vi nada do pornô, a famosa Emanuelly que não mostrava praticamente nada assisti umas 2 vezes escondido.

    Comecei namorar eu tinha 14, minha esposa na época 13. Descobrimos o fetiche HOTWIFE e CUCKOLD sem nem saber esse nome, descobrimos anos mais tarde. Ela havia me traindo, beijos e boquete, com 2 caras ao mesmo tempo, eles mais velhos, do terceiro ano, no meio da briga comecei imaginar como tinha sido, em resumo, terminamos transando e eu fazendo ela contar tudo, nessa mesma transa combinamos que tentariamos algo livre pra ambos, eu sai perdendo é claro, e sim na nossa escola ( particular ), tinhamos aula de educação sexual, mesmo estando falando de anos 2000. Sabíamos da importancia do preservativo e tudo mais. Virei o corno da escola e do grupo de amigos, todos no instinto, sem muito acesso a pornografia. Nós nos momentos a dois, nos provocavamos muito com as situações, transas, pessoas que ela vivia, sempre fomos adeptos da intensidade. Certa vez na nossa transa, fizemos sem perservativo ( ela tinha começado tomar anticoncepcional, já que era namoro em casa, a mãe dela, mãe solteira, preferiu prevenir desta forma. Amamos não usar preservativos, e ela vicou em levar a gozada dentro. Nas provocações a 2, como eu já havia beijado ela com porra de outro na boca, e isso sempre gostamos, eu já estava com 16 e ela com 14, próximo do aniversário de 15 anos, foi quando combinamos dela não tomar anticoncepcional mais, para sim corrermos risco, a gente queria casar, tanto que estamos juntos até hoje, numa foda com o pai de uma amiga a camisinha estourou, período fertil dela, gozada dentro, inicialmente uma certa preocupação, mas naquele clima de tesão e provocações, o pai dessa amiga ainda junto conosco, eu corri pra chupar ela cheia de porra, já pensou se quem me engravicou foi ele amor, e dai pra frente, viajamos nisso, 3 meses depois, próximo do aniversário de 15 anos dela, nada de gravidez ainda, mesmo correndo os riscos, tivemos nosso primeiro comedor negro envolvido, na primeira transa com esse negro, ela no meio da transa, arrancou a camisinha dele, e falou me engravida que o corno assume, não assume amor, pede pra ele fazer um filho na tua putinha, esse negro, bem mais velho que nós, usava ela como bem entendia, dominou em diversos sentidos nós dois, incluindo eu ter experimentado o bi masculino, ter de voltar a usar camisinhas com ela, e tendo gostado muito de tudo isso, fizemos diversas festinhas na casa deste negro, onde ele convidou amigos, na verdade ele bancava o cafetão, nós sempre soubemos, compôs inclusive parte das vivências que temos até hoje, e numa dessas festinhas, ela por fim engravidou, casamos pouco depois dos 15 dela, nossa filha nasceu, bem moreninha de pela, quase negra, onde foi tenso claro pelas questões familiares, mas hoje nos aceitam como somos, temos hoje 4 filhos, 2 meninas, e 2 meninos, 1 meninas e os 2 meninos bem escurinhos, 1 branquinha, a cara da mãe, que não fazemos ideia se é meu ou não, sempre nos excitou a dúvida e descobrir no nascimento as surpresas da vida. Atualmente estamos com 39 ( eu ) e 38 ( ela ), abolimos o uso do preservativo a muitos anos, deixamos a vida transcorrer na sua naturalidade, brincamos que temos mais sorte que juizo, nenhuma DST até hoje, mesmo tendo a variadade imensa de homens que ela já teve, incluindo dogging e gang bang, mendigos já que curtimos tudo na intensidade máxima, cheiros, o incomum nos excita, descobrimos o scat ainda novos, entre nós dois, quando acidentes do anal ocorreram, e ela me mandou limpa-lá com a língua.

    Conhecmos todos riscos, tudo isso, não recomendamos a ninguém viver como vivemos, mas somos a prova de que nem todos desejos, vontades, provém da falta de conhecimento ou da pronografia. Hoje sim, consumimos bastante, mas nada do que vemos seja leve ou extremamente pesado que já não tenhamos vivido ainda na adolescência, sem conhecer o pornô ainda.

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    • Marina&MarcioAutor do post

      Tudo é permitido, nada é obrigatório. Quando o assunto é fantasia sexual, cada um sabe o que gosta, o que está disposto a fazer… e é um assunto que só diz respeito aos envolvidos no caso. Talvez alguém pode se incomodar com o fato de envolver crianças, mas se vcs estão conscientes dos riscos, consentindo com as práticas e cuidando/criando os filhos com responsabilidade, sejam felizes!

      Tem tanto casal tradicional ignorando cuidados com os próprios filhos por aí… o fato de ser ou não pais biológicos nunca impediu uma criança de crescer saudável.

      Beijossssss

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  • Acho extremamente importante falar dos riscos das DST, eu que trabalho com isso sei como e….e na hora tudo some, acho sempre bom expor que sexo tem que ser feito com consciencia, com camisinha para depois nao haver arrependimento, nao pegar nenhuma doenca seria ou ter uma gravidez indesejada.
    parabens!!!

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    • Acho q a gravidez e o “menor” dos problemas… Doenças me preoculpam muito mais.

      Mas ai fica a duvida: SE um casal ja conhecido, fizer exames de DST e tudo der negativo… Vcs deixam gozar dentro meninas?

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      • Olha, Marlayne, conscientemente não deixo.
        Já fiz algumas bobagens na empolgação, mas hoje sou muito rigorosa com isso.
        Entretanto ainda sou muito dependente de alguém para me “policiar” nessa hora.

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  • Entendemos que o combinado não sai caro, e embora sejamos iniciantes, já fomos surpreendidos e passamos por algumas situações desagradáveis por não terem sido combinadas com o outro casal antes. Por isso achamos que, antes de algo mais, é fundamental conversar e combinar com o outro casal o que pode e o que não pode acontecer.

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  • Muito bom sua exposição e ponto de vista, parabéns.
    Acompanho sempre seus post’s, sou fã.

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