Aniversário de Casamento na Casa de Swing
Lá se vão 26 anos de casamento, e como você deve imaginar, já comemoramos de tudo quanto é jeito! Esse ano nós saímos para jantar em um lugar super exclusivo e, na sequência, fomos terminar nossa noite na Inner. Até porque, quando o quarto dos filhos fica parede com parede do seu, fica mais difícil transar à vontade. E esse não era um dia pra ficar se segurando, né?
Chegamos pouco mais de meia noite na Inner e pedimos um espumante pra começar as comemorações. Estava muito frio e como fomos jantar primeiro, não dava pra ir totalmente sensual – nem totalmente PB. (achar esse equilíbrio às vezes é complicado… rsrsrs).
Coloquei um macacão preto, todo colado no corpo, com um decote profundo e uma leve transparência nele todinho. Pensei comigo: se usar calcinha, vai aparecer que é transparente. Vou sem porque o povo fica na dúvida se é transparente ou forro cor da pele (kkkkkk).
E foi tão interessante porque algumas pessoas realmente ficavam olhando fixamente, tentando descobrir se eu estava sem nada por baixo do macacão… A única coisa é que, pra fazer swing, é mais complicado, né? Tem que tirar toda a roupa – até o sapato – pra transar… Por isso mesmo nem me animei muito de fazer qualquer coisa com outra pessoa além do Marcio.
Na minha cabeça, o script estava traçado: eu e ele sozinhos numa cabine qualquer da Inner.
Saindo do planejado
Mas a vida, essa danada, não tá nem aí pro nosso planejamento. Eis que entramos numa salinha, fechamos a porta e já aparece uma rola no glory hole. Eu nem tinha tirado a roupa ainda! Não dei muita atenção porque estava mais preocupada em beijar a boca do Marcio e bater uma punheta pra ele naquele momento.
Hmmmm… que beijo delícia…!
Sai rola, entra outra, chapeluda, grossa, boa. Peguei nela e já senti que estava muito dura. Foi quando o dono dela falou pelo glory hole: deixa eu entrar aí com vocês.
Antes de olhar pro Marcio pra ver se tudo bem, ele já respondeu o cara: chega aí, irmão!
O cara entrou na salinha com a gente já de pau duro, botou a camisinha e começou a me fuder de quatro. Nossa, que rola gostosa! Eu e o Marcio nos beijando e o cara metendo a vara grossa na minha buceta…
Liberando tudo
— Muda de posição, deita aqui — o cara me pediu, eu deitei no sofá e ele veio por cima, papai-mamãe. Mal o cogumelo entrou na xota, senti o squirt chegando. Acontece que a rola do bendito single era torta pra cima e pega bem no ponto que faz a mulher squirtar. Quanto mais ele socava, mais eu gostava.
Aí, caro leitor, eu me joguei! Abri bem as pernas enquanto o cara mandava rola pra dentro. O Marcio do meu lado, segurando minha perna, roçava a piroca na minha boca.
— Vou segurar a socada pra não te machucar — o single falou, todo gentil.
— Pode vir com tudo que eu aguento! — falou a Marina, toda safada!
Meu… o cara socava fundo, o squirt espirrava no meu rosto e escorria pelas costas, eu gemia de tesão… PQP! Quando ele cansou, eu olhei pro Marcio e mandei ele me foder, porque ainda estava louca de tesão e precisava sentir rola dentro da buceta.
Ele veio por cima e socou igual o cara, fundo, forte e gostoso, arrancando mais squirt de mim. O single, que ficou do meu lado, empurrava a rola chapeluda dele no meu rosto. Estava tão dura que eu tinha certeza que ele ia gozar na minha cara inteira! Mas no fim, ele se controlou porque ainda queria me fudar de quatro, pra finalizar a noite.
E assim foi: a hora que eu levantei, o sofá pingava squirt! O chão estava ensopado, meu corpo estava completamente molhado. E eu estava vendo estrelas de tão satisfeita! Fiquei de quatro no sofazinho, o cara meteu e gozou. Depois foi o Marcio: meteu e gozou.
Antes de ir embora, o dono do chapeludo ainda falou: rapaz, isso valeu por uma academia!
E a gente, só concordou. Porque valeu mesmo. Valeu muito mais do que ele poderia imaginar…
Beijosssssssss
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