Contos Eróticos

A Morena no Glory Hole

Nossa última visita à Inner já estava programada para ser apenas social.
Como a Marina está em uma fase de tratamento, o sexo está proibido por alguns dias.
Mas, como sempre falamos, nem tudo é sobre sexo. Mesmo sem podermos interagir, gostamos do clima e das pessoas que encontramos na Inner e sempre nos divertimos lá.
Desta vez, não foi diferente.

O mezanino

Nosso lugar preferido na Inner é o mezanino. Ficamos sempre ali, em uma mesinha bistrô, tomando nossos drinks, observando o movimento da casa e tentando identificar pessoas conhecidas no meio da galera.
Estávamos lá bebendo, conversando e observando quando bati o olho em duas mulheres que estavam na parte de baixo. Ambas muito bonitas, e uma delas me chamou bastante a atenção.
Era uma morena de cabelo liso e comprido, usando uma saia preta curta com franjas, bota preta e top preto. Estava superanimada, conversando com a amiga.
Olhei para o braço dela para ver se usavam a pulseira de solteiras — não usavam. Pouco depois, chegaram os respectivos parceiros, acompanhados de mais um casal amigo..

O olhar

Continuei ali, bebendo, conversando com a Marina e olhando para a morena.
De repente, percebi que ela me olhou de volta. Pensei comigo: “se ela gostou, vai olhar outras vezes”.
E assim foi — acabamos trocando alguns olhares, mas não passou disso.
Nesse momento, o DJ apagou as luzes da casa para fazer a abertura oficial da pista e, quando acenderam novamente, eles já não estavam mais ali.
Pensei comigo: “tudo bem, outra hora dá certo de conhecer esse casal”.

A primeira volta no reservado

Em certo momento, antes mesmo de começar o show, a Marina me disse:
“Eu não posso fazer nada hoje, mas, se você quiser, dá uma volta pelo reservado pra se divertir um pouco.”
Achei interessante a proposta — e, como não é algo comum fazermos essas voltas sozinhos, decidi dar uma passeada pelo reservado, só pra sentir como é a vida de um homem sozinho tentando a sorte por ali.
Fui caminhando por cada espaço do reservado da Inner que permite a entrada de homens sozinhos: dark room — vazio; cinema — nada interessante; sala dos véus — também nada; salinhas de glory hole — todas lotadas; buzão da Inner — até parecia que algo iria rolar, mas… nada.
É… não era a hora, ou talvez não fosse o meu dia.
Também não queria ficar muito tempo lá tentando a sorte e deixar a Marina sozinha.
Decidi voltar e, quem sabe, tentar novamente mais tarde.

Encontrando amigos

“Vamos descer e dar uma volta na pista?”, perguntou a Marina.
Respondi que sim, mas que iria pegar mais um drink antes. Peguei o drink e descemos.
Não andamos nem quinze metros quando alguém tocou meu ombro. Ao virar para trás, vi um casal amigo que não encontrávamos havia muito tempo. Ficamos ali, parados, conversando, e logo chegou outro casal de amigos que também não víamos há tempos.
Decidimos então subir todos para o mezanino — afinal, com a casa cheia, seis pessoas paradas conversando no corredor atrapalham bastante a passagem de quem se movimenta pra lá e pra cá.
No mezanino, continuamos a resenha: risadas, brincadeiras, lembranças de festas, conversas sobre projetos e planos. O papo estava ótimo — leve, divertido, cheio de boas memórias.
De repente, olho para baixo e vejo outro casal amigo, que sei ser muito próximo do primeiro casal que havíamos reencontrado. Desci para buscá-los e levá-los ao mezanino também.
A essa altura, eu já tinha me esquecido completamente da ideia de dar uma nova volta pelo reservado.

A surpresa

O papo foi rolando e o tempo passando. Um dos casais decidiu ir embora e se despediu da gente; o outro resolveu dar uma volta no reservado para se divertir por lá.
Olhei a hora — já era quase três da manhã — e pensei: “tá na hora de ir embora também”.
A Marina olhou pra mim e falou: “não quer dar mais uma volta pelo reservado?”.
Eu já nem estava mais pensando nisso, mas… poxa, quem sabe a sorte não me premie dessa vez?
Desci para o reservado e fui passando pelas primeiras salinhas, sem entrar. Pensei em ir direto para uma cabine que tem uma lona separando o lado onde normalmente ficam os casais.
Há uma que é a melhor — mais espaçosa —, mas também a mais disputada. Quando cheguei lá, vi que estava livre. Pensei comigo: “provavelmente a sala ao lado está vazia também, por isso não tem ninguém”.
Mesmo assim, decidi entrar e dar uma olhada. Quando olhei, veio a surpresa: a morena em quem eu tinha ficado de olho no começo da noite estava ali, com o parceiro dela.

A interação pelo Glory Hole

Fechei a porta da cabine e comecei a olhar a morena do outro lado. Ela foi chegando mais perto, oferecendo o corpo para eu explorar com as mãos. Fui passando a mão pelo pescoço dela, ombros, braços, peitos, cintura, até chegar na buceta. Encostei os dedos e já a senti toda molhadinha, escorrendo de desejo. Puxei-a para mais perto, coloquei a calcinha de lado e fui explorando aquela buceta deliciosa com os dedos. Ela gemia alto, gemia gostoso.
Ela então pediu para eu chupar a buceta dela, mas estávamos no glory hole e pensei: “Como?”. Ela subiu em um puff, encaixou a buceta no buraco do glory hole e a ofereceu para mim. Caí de boca nela, chupando com vontade, sentindo o tesão dela aumentar cada vez mais. Ela então falou que queria me chupar. Coloquei o pau para fora e o enfiei no buraco do glory hole. Ela começou a chupar gostoso: chupava e engolia tudo, gostava de colocar o pau lá no fundo, chupava com tanto tesão que me fez cada vez mais ter vontade de sentir a buceta dela nele. Ela chamou o parceiro e começou a chupar os dois.
O parceiro dela falou para ela tirar a calcinha. Ela se levantou e foi tirando a calcinha.

Gozando na morena

Ela foi tirando a calcinha e eu falei para ela: “Coloca esse peito gostoso aqui para eu chupar enquanto coloco a camisinha”. Ela obedeceu e ofereceu aquele tetão gostoso para eu meter a boca enquanto encapava o pau para foder gostoso essa morena. Cada gemido dela com a minha boca e língua na teta, mais tesão me dava em comer aquela gostosa.
Ela então empinou o rabão para mim e comecei a foder aquela gostosa. Coloquei os braços pelos buracos do glory hole e puxava-a pela cintura para socar cada vez mais forte. Ela gemia e rebolava aquela bunda gostosa na minha rola. Ficamos assim até eu gozar gostoso. Gemi alto; queria que ela soubesse que tinha me feito gozar gostoso.
Nessa hora, ela coloca a boca pelo glory hole e me fala: “Deixa eu chupar ele todo lambuzado da sua porra?”. Quase não acreditei nesse pedido. Rapidamente tirei a camisinha e coloquei o pau para ela. Ela começou a chupar tudo, foi limpando com a boca cada pedacinho do meu pau, cada gota de porra que tinha nele.

Nos despedimos e voltei para encontrar a Marina.

Expectativa pode ser a mãe da frustação

Faz tempo que aprendi a não criar muita expectativa. Ir para os lugares para curtir, comigo mesmo e com a Marina. O que tiver que acontecer, acontecerá. Isso me ajuda a não ficar frustrado e também a não ter pressa. Se tivesse pressa ou criado a expectativa de fazer muita coisa no reservado, talvez essa transa gostosa com a morena não tivesse acontecido. Teria ido antes para o reservado, tentando outras coisas e, com isso, não teria aproveitado o papo gostoso com meus amigos nem dado a sorte de encontrar a morena no glory hole.
E é isso, meus queridos: um relato de quem viveu alguns momentos como um homem sozinho no reservado da Inner.

Fui!

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