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O Que Aprendi Sobre Paixão no Swing

Acontece. Vem e vai.

Não por causa do sexo, nem pela falta dele.

Não por falta de amor, nem por excesso.

Não existe blindagem, isso é bobagem.

Ninguém é robô para não sentir nada durante uma relação sexual, ainda que casual.

Se você se apaixona por todo mundo com quem troca, o problema não é o swing, nem a paixão: é você.

Se apaixonar no meio liberal é considerado um pecado tão grave quanto a traição sexual para os PB´s.

O que mais alimenta uma paixão é não conhecer a pessoa-alvo da paixão.

Alinhe com sua parceria como vocês vão lidar com a paixão no meio, mas lembre-se que ser liberal tem a ver com liberdade de ser quem se é; mesmo não sendo aquilo que você quer que a parceria seja.

O veto do desejo alheio é uma das formas mais duras de castração; vindo de um casal liberal, pode ser fatal. O seu veto pode destruir para sempre o tesão da sua parceria. E depois você vai se questionar “porque ela não quer mais ir pro swing…” Pior: “porque ela não quer mais transar comigo…”

O que separa um casal não é se apaixonar por outro, é achar que amor é posse e que um tem direitos sobre o outro.

A paixão vem intensa e acaba do nada. Amor é constante e permanece.

Não tenha medo de se apaixonar, tenha medo de não amar.

Swingers se apaixonam sim, aprenda a viver com essa possibilidade.

Uma vida sem paixões não é digna de ser vivida. E se apaixonar por alguém não faz de você um mau caráter; te torna humano.

O que você faz com as coisas que sente é que determina se você é uma pessoa “boa” ou “má”.

Uma ótima semana!

Beijossssssssssss

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