A gente estava chegando no prédio de um amigo quando ouvimos “Marina e Marcio?”. Um morador que saía para um passeio com o cachorro nos reconheceu e acabamos trocando umas ideias. “Poxa, que legal ver vocês, sou fã há muitos anos do blog! Não me digam que vieram para o apartamento da festa… vai rolar festinha hoje lá?”
Não sabia exatamente de qual apartamento ele estava falando, e também não sabia se rolaria uma festinha (vulgo: swing) naquela noite. Mas como a gente é pau pra toda obra, não faria mal se rolasse alguma coisa – nem se fosse no tal apartamento festeiro.
Nos despedimos, ele seguiu seu passeio e nós seguimos para o apê do amigo. Bebida vai, bebida vem… comidinha, queijinho… mais amigos chegando… e nosso anfitrião montou uma pista de dança pra gente remexer o esqueleto.
A noite estava fria (uns 18º) mas havia uma jacuzzi na varanda, borbulhando e fumegando. Vou confessar que eu sou uma pessoa que não gosta de passar frio. Porém… remexer o esqueleto deu uma esquentada no corpitcho (ou será que foi o shot de vodca?).
Só sei que fui tirando blusa… sapato… quando eu vi estava entrando pelada na jacuzzi quentinha! Hummmmm!!
E aí, alguns corajosos também resolveram aproveitar a água quente, entre eles o Marcio, uma morena exuberante e o single da festa. Todos pelados.
Caro leitor, eu poderia parar o post aqui, porque você já está imaginando no que é que isso vai dar. Mas eu vou ser boazuda e te contar os detalhes – que eu também sei que é isso que você tá doido pra saber! (né?)
Tamo lá, de boa na água quentinha, riso vai, riso vem… aí o single tira o corpo da água e fala:
— Meu sonho é ser chupado ao mesmo tempo por uma loira e uma morena.
Eu olhei pra ele, corpo pra fora da água, passando um frio lascado mas o pauzão duraço… esse é guerreiro! Nem precisei falar com a morena, que também gosta muito da coisa assim como eu, e já foi engolindo a rola do single. Eu também fui pra cima e lambia toda a extensão do caralho, da base até a cabeça, passando a minha língua macia nele todinho.
Preciso dizer que a minha boca e a boca da morena se encontraram várias vezes nesse processo? E que a gente se beijava de língua com o cacete dele no meio das nossas bocas?
Depois disso não tinha como não transar gostoso, porque todos estavam super excitados – inclusive o Marcio que admirava a cena de camarote. O single encapou o pau e eu montei nele, dentro da jacuzzi, cavalgando enquanto minhas tetas balançavam na frente dele. A morena fez a mesma coisa no colo do Marcio, de costas pra mim.
E aí a gente foi fazendo troca-troca: eu ia com o Marcio, a morena com o single. Eu voltava pro single, ela voltava para o Marcio. E o marido da morena, de fora da jacuzzi, olhando tudo isso e gozando na punheta.
Não tenho ideia de quanto tempo a gente ficou nessa brincadeira, mas quando percebi, todos os outros convidados já tinham ido embora. Acho que tá na hora de sair da banheira também. Olhei no relógio, quase 3 da manhã. A gente se ajeitou, se despediu e foi embora.
Assim que entramos no carro, o Marcio começou a lembrar da noite, de como tinha sido gostoso, da putaria… e ficou de pau duro. Sabe aquele ditado “tá no inferno, abraça o capeta?” Pois é: eu falei pra ele encostar o carro que ia montar nele ali mesmo. E não é que ele obedeceu?? kkkkkk
Encostou o carro na rua mesmo, ele botou uma camisinha e a gente transou dentro do carro, eu quicando a buceta no caralho do Marcio as 3 da manhã!!
Depois dessa, fomos direto pra casa descansar – merecidamente, né! Mas uma dúvida ficou: será que o apartamento que a gente foi, era o tal do apê festeiro que nosso fã comentou? Se não era (ainda) no mínimo entrou no radar depois da nossa visitinha… (hahahaha)
Beijossssssssss

