Mais uma semana meus queridos e a gente aqui na maior felicidade. Não que a gente tenha feito muitas festinhas por aí, nem mesmo temos saído pra casa de swing ou pra transar. Mas é justamente esse ponto que gostaria de conversar com vocês. Não é porque somos swingers que temos a ‘obrigação’ de fazer swing, entendem?
O swing pra nós é algo que dá um tchan, que levanta o astral, que melhora o pique e que dá mais vontade de ficar um com o outro. A gente adora sair com casais e curtir o sexo com outras pessoas, mas tem momentos – e esses momentos são preciosos – em que a gente quer ficar em casa, vendo televisão agarradinho um no outro.
Nesses anos todos percebemos que quando a gente fica muito tempo sem essa “pausa” pra curtirmos só entre a gente, o swing fica sem graça. Dá pra explicar: quando o swing é constante ele deixa de ser a variação pra virar o prato principal, ou seja, o swing vira rotina.
Olha que interessante! Quando a gente procura o swing pra sair da rotina do casamento – e o swing se torna uma rotina na nossa vida – o swing passa a fazer o papel do casamento e vira a rotina na vida do casal.
A rotina é uma coisinha que parece inocente mas se deixarmos que ela tome conta do relacionamento (casamento, namoro, noivado, etc.) estaremos correndo um grande risco. É como uma gripe, que chega devagar, vai dando sinais e se a gente não toma providências logo nos primeiros sintomas, aí já era.
E se tem uma coisa perigosa no meio swing é que a quantidade de opções pra se divertir no meio cresceu de tal forma que se a gente quiser tem festa todo fim de semana, muitas vezes duas ou três no mesmo dia; se o casal não tomar cuidado cai fácil, fácil nessa rotina. Ainda mais porque a gente tem a ilusão de pensar que só porque é diversão a gente não vai ficar cansado ou irritado ou de saco cheio.
O ideal é ir equilibrando o casamento com o swing, escolher quais eventos swingers tem o seu perfil e focar neles – deixando os outros para segundo plano. Não esqueçam que o mais importante no swing ainda é o casal, isso quer dizer que se a gente não investir no nosso relacionamento e promover a saúde emocional dos parceiros, de nada vai adiantar entrar no swing. Se de todas as coisas que eu escrevo vocês puderem guardar só uma espero sinceramente que seja isso: a sua relação com o seu parceiro é a coisa mais importante no meio swing. Invista nela!
Beijossssssss