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Cheiro de Sexo

Eu não me lembro direito como foi que surgiu, mas ele apareceu: o tesão. Olhei para o Marcio, que parecia estar bem de boa, sem necessariamente querer fazer sexo, e perguntei “vamos dar uma volta lá atrás?” Essa é a pergunta que precisa ser feita em algum momento da noite, caso você esteja afim de transar. Sem ela, é bem provável que você volte pra casa sem interagir com ninguém. Fato.

Marcio, que nunca rejeita uma proposta dessa, sorriu e já pegou minha mão; fomos andando tranquilamente para a área das salinhas da Hot Bar. Assim que passamos pelo corredorzinho onde tem a loja, viramos à direita e fomos direto para a sala coletiva, onde havia um certo movimento. Paramos por ali, encontramos um espaço e começamos a interagir, um com o outro.

Eu sentei no sofazão de frente para o Marcio e comecei a brincar com a rola dele, hora na minha mão, hora na minha boca. Não demorou muito, um casal se aproximou e ficou bem do nosso lado: ela também sentada no sofá de frente pra ele. Dei uma olhadinha rápida – pra fazer aquela análise inicial – e gostei do que vi. Olhei para o Marcio e, pela troca de olhares sabia que ele também tinha gostado.

Nos aproximamos do casal, corporalmente, pra sentir se eles também tinham gostado da gente e em questão de segundos eu e a esposa estávamos trocando carícias. Preciso dar uma pausa aqui e dizer um negócio: que corpo esse casal tem! Ela, loira, peitos deliciosamente bem esculpidos, cinturinha, pele macia e branquinha. Ele? Moreno, cabelo baixinho, corpo todo trabalhado na medida certa, sem aquele exagero bombado, incrível!

Enquanto eu olhava aquele corpo, ela se enroscava com o Marcio em um canto do sofá e os dois começavam a transar. Eu fui pra cima do marido dela e também começamos a nos pegar, nos beijar, nos chupar… ah… delícia!

— Posso te chupar? — ele me perguntou no ouvidinho e eu me abri todinha pra ele encaixar a boca tesuda na minha buceta. E quando eu estava esperando curtir um sexo oral bem gostoso, senti uma mão alheia mexendo no meu clitóris: dura, agressiva, me incomodando pra caramba e atrapalhando o oral do moreno que estava comigo.

Fiquei com uma raiva que eu tirei a mão do outro de mim, dando um apertão do tipo “cai fora, intruso” e olhando na cara dele pra que ele visse que eu não estava desocupada. (Parece cego, meu, não tá vendo que eu já estou interagindo com outro? Affff). Ainda bem que ele entendeu o recado e sumiu; agora eu podia aproveitar a troca com calma.

E como transa bem! Depois do oral ele colocou uma camisinha e me pegou de quatro, bombando com um tesão que dava pra sentir dentro de mim. Depois ele veio por cima, abrindo minhas pernas e enfiando o caralho bem fundo na minha xoxota… uau…! Senti quando ele gozou!

Com aquela cara de felicidade, ele jogou o corpo no meu, veio no meu ouvido e sussurrou: “caralho… como você cheira bem…” E percorria meu corpo inteiro, beijando e cheirando cada pedacinho meu: cheiro de Marina, cheiro de sexo.

Olhamos para o lado e o Marcio também tinha terminado a interação com a mulher dele que, eu confesso, não vi na-da! Estava concentrada naquele moreno que não deu pra prestar atenção no que o Marcio estava fazendo. Só sei que deve ter sido muito bom, porque a carinha dele estava bem feliz… rsrsrs!

— Quando eu olhei pro lado e vi vocês, não acreditei. Marina e Marcio aqui na salinha? — ele me disse depois da transa.

— É… definitivamente precisamos vir mais vezes pros lados de cá…

Beijossssssssssssssssssssss

 

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