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Vogue

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Vogue SP

Última Visita em 06.05.2016

Essa casa de swing fica em São Paulo, na esquina de duas ruas tranquilas no bairro de Moema. É possível estacionar o carro na rua mesmo, bem próximo à casa, mas sempre tem flanelinhas cobrando pra “olhar” o carro então nem sempre é um bom negócio não usar o valet (20,00). É uma calçada larga, dá pra entrar com o carro nela se não tiver nenhum estacionado por ali, mas não tem nada que disfarce a chegada dos casais ao local – muro, planta, moita… – é descer do carro e entrar o mais rápido possível.

A gente passa pela porta e logo à direita já ficam os caixas. A gente faz o “check in” ali mesmo e se quiser guardar a bolsa é lá também – a chapelaria fica atrás das caixas, disfarçada por uma cortina branca. Depois é só seguir em frente pelo único caminho possível e atravessar uma porta preta, no estilo saloon, para entrar na casa de swing propriamente dita.

A primeira coisa que se vê é a pista – que foi ampliada e fica cercada de mesinhas altas. Tem um pole dance bem no meio e encostado em todas as paredes ficam os camarotes – espaços acima do nível da pista com estofado preto e mesas. Mesmo no escuro característica de uma balada dá pra perceber que é novo. Na parece esquerda de quem passa pela porta está o bar – bem claro, bonito, o ponto de atração desse ambiente que é decorado com luzes de led vermelhas que se destacam sobre o interior todo preto (exceto a pista de dança, que tem seu espaço demarcado de branco. Ou bege, ou gelo… sei lá eu que cor, só sei que é clara! rsrsrsrs).

Ficamos parados na porta olhando o espaço, alguns garçons passaram por nós mas não deram nem boa noite. Muito menos alguém perguntou se a gente queria um lugar pra sentar. Também não disseram onde a gente podia sentar. Não disseram nada, na verdade. Eu e o Marcio éramos invisíveis. Até que a gente escolheu uma mesinha. Aí sim, passamos a ser vistos! Uhuuuu! Trouxeram o cardápio – mesmo estilo de sempre em casa de swing, não dá pra ler nada sem luz, um papel resume tudo o que o bar oferece. Pedi um Kir Royal (27,00) e o Marcio pediu uma Margarita (29,00) – estavam ótimos e bem feitos! Pedimos também um energético e algo pra petiscar – apenas duas opções no cardápio: tábua de frios e pringles. Pedimos a pringles e veio o pote inteiro da batata, como se tivéssemos comprado no supermercado.

Depois de comidos e bebidos, fomos fazer um tour pela casa de swing – por nós mesmos já que ninguém se ofereceu pra isso. O que mais nos chamou a atenção foi um banheiro para deficientes no ambiente principal, afinal, nunca tínhamos visto a preocupação de nenhuma casa de swing com aqueles que tem dificuldades de mobilidade. Do lado esquerdo do bar tem uma saída que leva ao fumódfromo – um bom espaço ao ar livre, com mesas e pufes para ter mais conforto. Do lado direito do bar tem outra saída que leva ao labirinto.

Ali tem uma sala coletiva grande com uma cama redonda no meio e mais duas cabines pequenas – que eram um banheiro, mas tiveram a decência de tirar o vaso sanitário antes de transformar em cabines (né???). Depois a gente anda por alguns corredores – e fica difícil lembrar pra que lado são as coisas porque é tudo um labirinto mesmo – mas ficamos contentes em ver que a gente conseguia ver as coisas! kkkkkk! A Vogue sempre foi extremamente escura – a gente prefere enxergar as coisas numa casa de swing – e dessa vez nós conseguimos! Yay!!! Aliás, foi a primeira vez em 10 anos que a gente conseguiu ver como é a última cabine de um dos corredores de lá. Antes era tão escuro que simplesmente não tinha como saber o que tinha lá dentro. Os estofados do reservado não estão tão novinhos quanto os da pista, alguns estão furados, outros rasgados e outros caindo.

Só uma coisa a gente não entendeu direito: um dos corredores tem saída para os banheiros, mas havia um portão trancado que impedia a passagem – a gente teve que voltar pra pista e pegar uma outra saída, perto da escada que vai para o DJ, para chegar aos banheiros. Além do banheiro para deficientes, esses foram os únicos que vimos na casa de swing – achamos pouco para o tamanho do lugar. Gastamos 140,00 – a consumação da noite mais os 10% que a casa cobra.

 

AVALIAÇÃO PESSOAL: (1-5)

   

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