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Enigma Club

disco 1486113 640

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Última visita 24/05/2018

E lá fomos nós visitar o Enigma Club depois de dois anos. Juro, gente, estava com medo porque das últimas vezes que fomos lá tivemos surpresas desagradáveis; mas ao mesmo tempo, estava confiante de que dessa vez a coisa seria diferente. Entramos no site, fizemos um pré-cadastro para colocar o nome na lista e fomos até a casa de swing.

Era pouco mais de 23:30 e o flyer anunciava noite de funk, mas pra ter direito ao valor de lista, tínhamos que entrar antes da meia noite. A entrada era pela porta nova (antes só se entrava pela porta da esquerda) e a recepcionista foi bem simpática. Disse que de terça à quinta a entrada é pela ala nova, sexta e sábado, pela ala já conhecida. Fez um cadastro biométrico do Marcio e estávamos liberados para entrar.

A chapelaria do Enigma é igual ao da Asha – fica atrás da recepção. Mas como estava frio, não quis tirar o casaco ainda. Passamos pela porta e a primeira coisa que salta aos olhos é a decoração do bar: tubos aquáticos azuis, no balcão e na parede do bar – chama bastante a atenção. Entramos numa pista de dança, pequena, com camarotes do lado direito (um nível acima) com janelas redondas nas paredes, simulando um navio, mesinhas bistrô próximo ao bar e mesas com estofados do lado esquerdo.

Tinham dois casais no ambientes, sentados no sofá, um funcionário da casa nos recebeu e perguntou se queríamos conhecer os ambientes. Sim, claro! Passamos pelo lado esquerdo do bar e chegamos num ambiente com uma réplica (nas devidas proporções) de um navio. Do lado direito do ambiente, o navio fica em cima de um espelho d´água (dava pra ouvir o barulhinho de uma cascata). Encostado na parede esquerda, 3 ou 4 bangalôs com estofados e cortinas; na parede oposta ao bar, outras 3 ou 4 salinhas para casais.

Dentro do navio, mais salinhas para interação ficam à disposição na primeira entrada – cuja passagem se dá por uma mini ponte de madeira; na segunda entrada, também depois de uma mini ponte, banheiros: o feminino com duas cabines e o masculino com dois mictórios e uma cabine.

Seguindo para o próximo ambiente, passamos por uma espécie de corredor, entre os dois imóveis da casa de swing. Olhando para a esquerda, vimos um espaço interessante, tipo fumódromo, com bancos de madeira e jardinagem. Uau, que legal! Será que do outro lado é a mesma coisa? Então olhamos para a direita e só haviam equipamentos de limpeza – vassouras, rodos, panos de chão. Não entendemos muito bem o sentido disso mas, segue a visita.

Chegamos aos fundos do Enigma original, como conhecemos há muitos anos. Um segurança estava na porta, decidimos ir para a direita e entramos no labirinto. Olha só…! E eu que achava que só a Inner ainda mantinha um labirinto como atração de casa de swing… Andamos pelo labirinto, só tinha a gente ali, estava escuro (bem escuro) e tínhamos que atravessar por cortinas, do teto à metade do corpo, pelo trajeto. Chegamos ao final, e como estava muito escuro e não tinha mais ninguém ali, pedi pro Marcio iluminar com o celular pra saber se era mesmo o fim. Assim que ele ligou a lanterna eu dei um grito: Aiiiiiiiiiiii meu deus!!!!!!

Tinha um monte de papel jogado no chão, claramente o pessoal da limpeza esqueceu de passar por ali antes de abrir a casa. Menos mal que era só papel! Então nos viramos para voltar e a luz da lanterna iluminou um pedaço do chão do labirinto: apaga isso agora!!!! Eu gritei pro Marcio, porque a podridão das paredes era tamanha que tive a impressão de que veria bichos saindo dos buracos enormes que acabara de ver. Vamos sair logo daqui, apertamos o passo e fomos embora.

Chegamos novamente ao ponto onde estava o segurança e seguimos em frente, entrando agora no ambiente dos glory holes – um dos melhores que já tinha visto (quando construíram, há uns 4 anos). É muito bem pensado: 4 cabines com vários glory holes, juntas, formando um quadrado enorme, com acesso aos glory holes por todos os lados. Infelizmente, faltava manutenção. Tanto que numa das cabines o Marcio ligou a lanterna (não a meu pedido, que fique bem claro, porque eu preferia deixar que a imaginação me dissesse que estava tudo em ordem) mas eu segui em frente, não quis olhar; só ouvi ele dizendo “eita, que bom que você não viu isso…”. Não quero nem saber o que era… ele disse que eram bichos.

Bom, depois desse passeio glorioso, sentamos numa mesinha bem perto do bar e pedimos algo pra beber. Só tinha a gente e outro casal ali no sofá – eram mais de meia noite. Uns 10 minutos depois, chegou uma turma de amigos, ficaram ali pela pista, conversando e rindo, até o DJ anunciar o início da noite. Funk!! Já tínhamos tomado nossa bebida, já tínhamos vista a reforma, era hora de ir embora. Gasto total: R$ 79,00 (valor de entrada consumível, não usamos valet).

OPINIÃO PESSOAL: Sério, gente, o que é que custa fazer manutenção nas coisas? A casa é bonitinha, é grande, tem um espaço bacana, os funcionários são atenciosos… poderia ser uma boa casa de swing. Mas o que vimos foram paredes descascadas – na pista de dança nova – sofás mal limpos, cabines mal limpas, paredes do labirinto destruídas – literalmente! – bichos andando pelo chão (pelo menos eu acho que estavam no chão); até a cascata que gira o espelho d´água do navio não era uma cascata: era um vazamento no encanamento. Tudo meia boca.

NOTA: 2,0

  1. péssimo,
  2. ruim,
  3. médio,
  4. bom,
  5. excelente.

Agora é a sua vez! Vai lá, se tiver coragem, e conta pra gente o que você achou.

Beijossssssssssss

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