Eles chegaram na casa de swing de mãos dadas. Dois amigos, unidos por uma relação a três mas naquela noite estavam só os dois. Pessoas simpáticas, bonitas e ele, claramente com muita vontade de se jogar nas salinhas coletivas. Ela, na dela; curtindo o movimento sem muitas pretensões de terminar a noite com uma suruba.
Já eram 3 da manhã e eles começaram a se despedir (sem ter feito nada). Ela dedurou ele, me disse que ele queria muito transar mas não queria ir sozinho. Imediatamente peguei na mão dele e disse:
— Vem, eu vou com você.
Entramos pela portinha que levava à área só para casais da Inner. Chegando lá, tinham vários casais observando outros dois que se pegavam em um pufe maior, um em cada lado. Meu amigo me colocou do lado de um deles e as interações começaram.
Eu passava a mão na mulher do meu lado, ela pegava no meu peito enquanto o marido metia nela; meu parceiro chupava minha buceta eqnuanto bolinava a xota de outra mulher. Foi chegando mais gente, outras pessoas foram se aproximando, quando nos demos conta já estávamos no centro de uma suruba, cada um pegando alguém.
Ficamos um tempinho ali nessa brincadeira até que meu parceiro me pegou pela mão e me levou para um cabine só nós dois. Ele sentou no sofá, me olhou no olhos e falou, em tom bastante dominador:
— Me chupa olhando pra mim. Olhando pra mim!
Eu me ajoelhei na frente dele e, como uma boa submissa, fiz tudo que ele mandou. Engolia a rola dele, fazendo um boquete bem molhado; minha língua deslizando devagar por cada ponto daquele caralho enquanto olhava fixamente nos olhos do safado. Ele acariciava meu rosto e puxava meu cabelo – outra hora soltava um tapa na minha cara. Dava pra sentir na boca o pau dele endurecendo a cada movimento nosso.
— Vem, monta aqui agora — ele disse encapando o cacete para receber a minha buceta pingando de tesão.
Cara… sentei nele e cavalguei dando tudo de mim.
— Calma… devagar… pra quê tanta pressa! — ele disse.
Eu diminuí o ritmo e comecei a dançar, rebolando bem devagar com a rola dele dentro de mim. Ia mexendo a bunda e aos poucos aumentando a velocidade dos movimentos até ele gozar.
Saímos da cabine e voltamos para encontrar o Marcio e nossa amiga, que já estavam esperando por nós há um bom tempo. Mas quando chegamos no camarote, a surpresa. Cadê os dois? Estavam transando e foi nossa vez de ficar esperando eles voltarem.
Moral da história: quer transar com alguém? Fale! As chances são sempre 50% de você viver uma experiência fenomenal com alguém que você tá muito afim.
Beijosssssssssss
